Sobre Ontem à Noite:
Amei tê-la em meus braços
E puxar os seus cabelos
Morder seus lábios durante o beijo
Apertando seu corpo e fazer treme-lo
Amei ver seus olhos desejosos
Como cadela carente implorando
Que eu, como seu dono...
Abusasse de ti num pandemônio
Seu cheiro adocicado
Seus cabelos em desalinho
Como o silvo da cigarra
Emudece-la em meu ninho
Marcarei a ferro e fogo o meu nome
No seu couro úmido e interior
És, agora, minha escrava...
Dou-te o privilégio de me chamar:
Meu Senhor.
Por: Douglas Naegele
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