sábado, 4 de outubro de 2008

Sobre Ontem À Noite

Sobre Ontem à Noite:

Amei tê-la em meus braços

E puxar os seus cabelos

Morder seus lábios durante o beijo

Apertando seu corpo e fazer treme-lo

Amei ver seus olhos desejosos

Como cadela carente implorando

Que eu, como seu dono...

Abusasse de ti num pandemônio

Seu cheiro adocicado

Seus cabelos em desalinho

Como o silvo da cigarra

Emudece-la em meu ninho

Marcarei a ferro e fogo o meu nome

No seu couro úmido e interior

És, agora, minha escrava...

Dou-te o privilégio de me chamar:

Meu Senhor.

Por: Douglas Naegele

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