
De volta pra Casa:
O limite do tempo se esvai...
A noite termina.
O Calor consome a carne que retrai ao contato dos raios agulhados
Na alvura da pele que queima
O tecido fétido culmina
O deus do dia-a-dia toma posse do seu trono
Dilacerando mentes, se tornando dono.
De operários e afins, escravizados pelo amor ao vil.
A honestidade cálida do bem intencionado
Perde-se no seu próprio sono
Casa própria, carro, desejos ruins... Masmorra servil
A liberdade é pálida e cala a voz do seu abandono
Findam as horas
E o retorno é certo
Passos apressados do circo de concreto
Quem sabe esta noite... Quem sabe?
Eles retornam e eu...
E eu... Tenciono...Tendo a ter...
Coragem, cadê?
Mas um dia amanhece, e outra vez... Desisto.
Por: Douglas Naegele
O limite do tempo se esvai...
A noite termina.
O Calor consome a carne que retrai ao contato dos raios agulhados
Na alvura da pele que queima
O tecido fétido culmina
O deus do dia-a-dia toma posse do seu trono
Dilacerando mentes, se tornando dono.
De operários e afins, escravizados pelo amor ao vil.
A honestidade cálida do bem intencionado
Perde-se no seu próprio sono
Casa própria, carro, desejos ruins... Masmorra servil
A liberdade é pálida e cala a voz do seu abandono
Findam as horas
E o retorno é certo
Passos apressados do circo de concreto
Quem sabe esta noite... Quem sabe?
Eles retornam e eu...
E eu... Tenciono...Tendo a ter...
Coragem, cadê?
Mas um dia amanhece, e outra vez... Desisto.
Por: Douglas Naegele
Em 01/12/2006
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