
Entre a Cruz e a Espada:
As cruzadas não foram santas
Nem a cruz tão pouco espanta
Morte e vilanias
Carcomeram as honrarias
De destemidos cavaleiros da Aliança
Que sonhavam conquistar a liderança
De uma Terra onde viveu
Aquele que vibrantemente é chamado de Filho de Deus
Quais seriam as esperanças
De pobres velhos e crianças
Quando os grandes protetores
Escudados pelos nomes dos seus senhores
Saqueavam e torturavam
Lindas virgens estupravam
Quantas mais atrocidades
Abençoados pelo Bispo da Eterna Cidade
Carregando estandartes da Romana Igreja
Embriagados pelo poder adquirido em peleja
Ao voltarem para casa
Casos de batalhas, um tanto vagas
Feitos heróicos e inimigos abatidos
Vitórias conquistadas em nome de Cristo
Onde estavam os troféus dos infiéis convertidos?
Uma história de ruína e cobiça
Fedendo mais do que carniça
Foi sendo mascarada
Transformando verme em alma abençoada
Mesmo com o sangue corrompido
O remorso de famílias desde o leito
De corações arrancados do próprio peito
Tempos depois, bem mais tarde
Foi-nos chegando a verdade
E aqueles que foram santificados
Na boca do povo endeusados
Eram meros assassinos
Não valiam a vida de um suíno
Pois, como porcos viveram
Das atrocidades que cometeram
Não mais mereciam em altares adorados
Permanecerem venerados
Assim, com o fim da hipocrisia
Trouxe a lembrança tardia
Das vítimas que pela espada
Tiveram suas vidas ceifadas
Sendo assim, num breve momento
Os filhos da Verdade, herdeiros da Cruz
Pedindo perdão do tormento
Causado por tanto sofrimento
Ajoelharam-se diante da descendência
Daqueles que na sua inocência
Tiveram seus corpos mutilados
O patrimônio destroçado
Indo viver na calçada
Entre a cruz e a Espada...
Por: Douglas Naegele
Em: 01.12.06
As cruzadas não foram santas
Nem a cruz tão pouco espanta
Morte e vilanias
Carcomeram as honrarias
De destemidos cavaleiros da Aliança
Que sonhavam conquistar a liderança
De uma Terra onde viveu
Aquele que vibrantemente é chamado de Filho de Deus
Quais seriam as esperanças
De pobres velhos e crianças
Quando os grandes protetores
Escudados pelos nomes dos seus senhores
Saqueavam e torturavam
Lindas virgens estupravam
Quantas mais atrocidades
Abençoados pelo Bispo da Eterna Cidade
Carregando estandartes da Romana Igreja
Embriagados pelo poder adquirido em peleja
Ao voltarem para casa
Casos de batalhas, um tanto vagas
Feitos heróicos e inimigos abatidos
Vitórias conquistadas em nome de Cristo
Onde estavam os troféus dos infiéis convertidos?
Uma história de ruína e cobiça
Fedendo mais do que carniça
Foi sendo mascarada
Transformando verme em alma abençoada
Mesmo com o sangue corrompido
O remorso de famílias desde o leito
De corações arrancados do próprio peito
Tempos depois, bem mais tarde
Foi-nos chegando a verdade
E aqueles que foram santificados
Na boca do povo endeusados
Eram meros assassinos
Não valiam a vida de um suíno
Pois, como porcos viveram
Das atrocidades que cometeram
Não mais mereciam em altares adorados
Permanecerem venerados
Assim, com o fim da hipocrisia
Trouxe a lembrança tardia
Das vítimas que pela espada
Tiveram suas vidas ceifadas
Sendo assim, num breve momento
Os filhos da Verdade, herdeiros da Cruz
Pedindo perdão do tormento
Causado por tanto sofrimento
Ajoelharam-se diante da descendência
Daqueles que na sua inocência
Tiveram seus corpos mutilados
O patrimônio destroçado
Indo viver na calçada
Entre a cruz e a Espada...
Por: Douglas Naegele
Em: 01.12.06
Nenhum comentário:
Postar um comentário