
Só:
Na escuridão do meu quarto,
Eu percebo o movimento.
O brilho dos faróis na janela,
Diminuem com o tempo.
Não tenho vontade para nada
Assisto de tudo na madrugada...
Nem consigo sair da cama,
Quem sabe mais um gole de cana?
Quando chega a manhã,
De tão cansado que estou,
Encontro o sono atrasado.
Não sei se estou embriagado...
Mas, para o mundo dos sonhos...Eu vou!
Os amigos batem à porta.
Não quero falar com ninguém!
Nada houve que me levasse a esse estado,
De ficar aqui assim prostrado...
Sem vontade de viver...
Já que com nada me sinto bem!
Assim se faz rotina,
Da depressão que domina,
Ou de sangrar até a morte...
Quem sabe então eu acerte o corte...
Só sei que tem de ser profundo,
Se é que eu quero deixar esse mundo?!
Mas, minha prostração não termina...
Que merda de vida é essa?
Não consegui me cortar outra vez...
Por: Douglas Naegele
Em: 06/12/2006
Na escuridão do meu quarto,
Eu percebo o movimento.
O brilho dos faróis na janela,
Diminuem com o tempo.
Não tenho vontade para nada
Assisto de tudo na madrugada...
Nem consigo sair da cama,
Quem sabe mais um gole de cana?
Quando chega a manhã,
De tão cansado que estou,
Encontro o sono atrasado.
Não sei se estou embriagado...
Mas, para o mundo dos sonhos...Eu vou!
Os amigos batem à porta.
Não quero falar com ninguém!
Nada houve que me levasse a esse estado,
De ficar aqui assim prostrado...
Sem vontade de viver...
Já que com nada me sinto bem!
Assim se faz rotina,
Da depressão que domina,
Ou de sangrar até a morte...
Quem sabe então eu acerte o corte...
Só sei que tem de ser profundo,
Se é que eu quero deixar esse mundo?!
Mas, minha prostração não termina...
Que merda de vida é essa?
Não consegui me cortar outra vez...
Por: Douglas Naegele
Em: 06/12/2006
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