
Veneração:
Eu voei alto
Buscava o infinito
Mergulhado em meus Delírios
Escravizado e proscrito
Eu pagava para receber uma migalha de prazer
Por isso, voava alto, cada vez mais longe,
Em busca do que nem me lembro...
No entanto, me arrependia...
Assim que raia o dia
Pois, o canto dos pássaros dizia,
Enquanto, me desesperava.
Recordando da madrugada
Que meu corpo envelhecia
Mas, eu continuava escravo...
Daquela rotina sem fim
Quebrar o ciclo eu não conseguia
É certo que nem tentava
E mais uma vez diante do ócio
Eu me impregnava
Substância brilhosa
Alva e cheirosa
És causa de minha ruína
Consuma-me de vez
Apodrecida...Cocaína.
Por: Douglas Naegele
Em: 01.12.2006
Eu voei alto
Buscava o infinito
Mergulhado em meus Delírios
Escravizado e proscrito
Eu pagava para receber uma migalha de prazer
Por isso, voava alto, cada vez mais longe,
Em busca do que nem me lembro...
No entanto, me arrependia...
Assim que raia o dia
Pois, o canto dos pássaros dizia,
Enquanto, me desesperava.
Recordando da madrugada
Que meu corpo envelhecia
Mas, eu continuava escravo...
Daquela rotina sem fim
Quebrar o ciclo eu não conseguia
É certo que nem tentava
E mais uma vez diante do ócio
Eu me impregnava
Substância brilhosa
Alva e cheirosa
És causa de minha ruína
Consuma-me de vez
Apodrecida...Cocaína.
Por: Douglas Naegele
Em: 01.12.2006
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